Humanos, deuses, harmonias, cosmos só o são quando são deslocados com as mãos. A testa dos pensamentos, os apegos do amor emergidos à praia da floresta e vice-versa como nostalgia. Tão festivas que o nome espanto não dá para o gasto e trespassa o segredo de si mesmo. O atuar do espanto é a fonte da quebra do projeto. E esse atuar é a realização do templo. Mas é, ao mesmo tempo, a medida arquitetada do eixo da desconstrução da arte na arte.
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