A vela do barco venta as forças da vinda com mais estranheza que a mesma liberdade. Há coisas de passageiras alas. Viver esvazia, mas alimenta. Navegar é ser navegado e, portanto, ondular. Só a repetição nomeia, sem segredar, o fantástico da viagem – estes teus anjos de vento reconheceram algo do encontro, do encontro algo branco arrancaram, algo do dia do oásis, segredado e tão difícil de navegar quanto a unidade do chamado na memória. Foi como se, das coisas, a vida regressasse como amor lembrado, como se eu dividisse os meus próprios tempos nos jardins da tarde de um deus. E minha memória já não morre em meu esquecimento, de caminho ou de tempo. Tudo acabou por aqui… E o monstro galopa para dentro da safra de um jardineiro onde os deuses não estão mais.
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