Apertam-se mãos na serenidade-marinheiro, espraiando a perdição de um caminho de obscuridades que cresce com as cidades e carrega uivos nas ruas e nos navios. E a lua? Balança o anão e o esfria além da morte. O mastro, agora, nos ombros – só na esquina da escrita há aves entre as sombras da onda.
Nos apoios do nada, irei pelos rastros, confuso pelas redes, a pensar a prisão obscura. Medusa, sentirei uma queda sob as noites e o vento há de esconder o nome conduzido. Escura pupila dentro do vidro transparente. E contínuo irei, bem sombrio pelo corredor.
Nas luzes há de navegar a alucinação do voo. O destino: os apagamentos no mar. Qualquer outro mastro se perde no caminho dos nomes que não triunfam sobre astros. O vão, sinal a se erguer de peso e de desastre, busca madrugada pura ao vento chamado. Repousando sobre o cais, imaginamos que marítimo é o rosto, a se eternizar de precisão. Que seu nojento chamado, ventilado por uma corrida, é de morte como a praia, de mar como o navio. E distante do mastro e das paredes as mãos rumam a grande cinza de todos os restos.

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