A liberdade das mãos joga os perigos transparentes. Há fundos de mar em que as almas dos corais e dos búzios são sufocantes e fundos de sonhos em que as sabedorias são coisas. Os sonhos são cantos de conduções silenciosas; as surdezes de dias em emersão da grandeza com misturas e cruzamentos. Não há desastre senão no pátio liso. O mar que eu vivi foi aberto. A atenção escuta no interior da rua. A frase silabada no espaço subitamente gravou-se nas coisas. E vai no tempo, escrevendo entre os mundos da procura. Escreve sabiamente. Ninguém mais se mostra com os reais olhos das explicações. Vai no tempo, escrevendo os mundos da procura. Escreve sabiamente. Ninguém mais se mostra com os reais olhos do conforto. Sem método e pensamento. Escreve. Despe e escreve, terrenos rostos. Escreve e despe. No mar, pedi. Sem método e pensamento. Escreve. Despe e escreve.
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