domingo, 23 de outubro de 2022

133.

Quando abro o exílio do meu desprezo, reconheço que a vestimenta que me cabe é a imobilidade do cinza: a pureza do brilho da designação, cortada e recortada pelos azuis, pelos fantasmas e pelo peso das plumas que acolhem, simplesmente, o horror que sugiro no solo.

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