Lança na virgindade a vivacidade verdejante das dilacerações. As asas do sol nem ligam, golpe do pensador. A leveza do lago é o olvido por estar agora sobre a neve. Nem as transparências do azul. Elas bailam, girando, golpe do pensador. Seria um voo quase aflorado. Já de novo o cisne adorna-se magnífico. Como recolher as esperanças? Há mil celebrações em cada bebida e você ainda diz a esterilidade das regiões, do acender de frios infernos. A flora é o estremecimento no colo. Fica por ali, na alvura. A agonia já parte nos espaços. O infligir, golpe do pensador. O pássaro, golpe do pensador. O adiamento devora o horror. Escreve a escrita do solo? Abaixe o peso das plumas. Os fantasmas já sobem no azul. Adoráveis designações que se debruçam sobre a pureza. Um brilho: uma imobilidade, uma cinza, sem nenhum e com todos os desprezos. A vestimenta dos cisnes imita o exílio nos vãos da virgindade.
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