sábado, 8 de outubro de 2022

118.

O bálsamo da seda dos tempos e das quimeras, em extenuação e vale. Nada de nuvens, ou flor, apenas rasgos de espelhos e de pendões. Pensamentos. E a exaltação, na rua, cumpre a nudez, abandonando a cabeleira em enterros. Apanhe olhos quando a boca cair. O paladar é mordedura. O amante se comprime e o princípio se amontoa. O tufo no expirar do diamante, urdido nas vozes, as glórias. Mão de ninguém, amordaça de alguém.

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