No livro, um pensamento. Na alma morro e escrevo o que o coração me deixa. E sei que a noite é um transporte e tem uma vida própria. E todos os contos são romances em direção a uma outra invenção, mas, na felicidade, ainda longe da desgraça, sento-me na imensidade e medito com arrebatamento. Possuo sempre todos os impulsos, e a queda pousa recaída aqui e na alma que sobrevive sempre a todos os projetos. Bebendo, fumando, mantenho-me em Odisseia, na composição, na lógica, sentado junto à estrutura. Ouço a concatenação, ciciando. Amo o organismo, em episódios. Com Homero que me recolhe à perfeição, acabam todos os estudos. Recolhendo palavras, guardando alegorias e dizendo a pobreza com precisão, apago Virgílio, indo dormir forte em Milton, que foge do livro.
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