Não há para a manhã outra consumação do amor nem as tardes das folhas sujas. O princípio da própria vida deserto no mundo. Só existe o rosto da lua em desenho de geometria claro que, sem descanso nem palavra, esculpo linha a linha. E a noite sem nome onde sem fim afundo o desabrochar de todas as flores.
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Cada manhã traçada pela consumação do sol, seja qual for, declina sobre o branco da folha. Os princípios, os princípios dos mundos, traçam o desenho dos nomes.
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