Aqui é um lugar de opressão. Nuvem muda e nuvem de basalto numa lava movediça: nem eco de escravos que reveste trompas de virtuosos sepulcros transfigurando naufrágios em espumas supremas e cuja destroçada abolição sugere mastros, nem os ossos que purificam as faltas, esvaziando o abismo com perdição, purgando de vogar a abertura. Nem enlear nem fio. Um afogar apenas sobre flancos infantes repuxados por sereias distraídas das sereias pelas sereias cheias de infantes e afogadas e enleios. Branco vogar sem abertura. Abismos e alturas em perdição rodopiadas pela falta furibunda que sopra antes e depois em todos os ossos. Mastros fora e dentro de destroços abolidos. Espuma de naufrágio e espuma de sepulcro. Virtude de ecos escravos. Na lava de basalto, trompas carregadas pela mudez que varre as enevoadas opressões das trompas. Não aqui os destroços, nesta altura de afogamentos. Desce das nuvens, desce apenas à virtuosa abolição dos abismos, mas não aos flancos, à mudez dos sepulcros, ao mastro. Abertura de todos os infantes. Basaltos do naufrágio dos ossos. Vogar das sereias em lavas. Espuma furibunda do branco. Este é o único eco, o outro é o mesmo, não em falta, mas de falta de fios, enquanto o enleio se move em perdição, sobre suas metálicas palavras de nuvem muda e nuvem de basalto numa lava movediça. Aqui é um lugar de opressão.
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