A virgindade das palavras, degraus vivazes de tabaco viridente. As asas da boneca dilacerada a golpes no parapeito. A leveza da túnica-dória sobre o lago. Os dedos de neve, fora, a esticar em voo o fio de transparentes tecidos outros. Todo azul é azul de aflorar futuro, aqui. Aflorar que não haverá, mas permanece, ao gesto magnífico da passagem do cisne.
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