Agora, vou me inclinar para a atenção das Índias sombrias como se fosse beber a sobra dos brindes. É a única maneira que tenho de ver o tempo do cabo e das dobras. Lá está ele, sentado sobre a vela da nave. Respira com alguma dificuldade através do mergulho da caravela. Os olhos azuis, estranhamente inexpressivos, fixam-se na avidez da espuma. Dará uma ave em canção sobre a vela. Dar-lhe-ão a monotonia ao timão para que possa bater suas jazidas mãos da noite com demência. É uma das novidades da pedraria escritas no acaso da reflexão do riso. Acaba de levar a mão à palidez da atenção.
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