segunda-feira, 3 de outubro de 2022

113.

A consumação da manhã lhe dera o sol da imobilidade da folha branca, os quais estavam presos aos princípios do mundo da lua; nos outros, tinham novos desenhos e nomes com linhas que tinham sido usados antes, mas que ainda estavam desabrochando como flores, além do verão sobre a mesa para dar a iluminação ao meio-dia do papel. Cada um dos mundos, sobre a noite do poeta, estava atado à mesa da salvação e da morte de forma que a germinação dos monstros ou o bicho do tinteiro fariam as palavras curvarem-se. Cada um dos fantasmas do círculo tinha, no papel, a ideia da sujeira do lápis de carvão que podia ser rapidamente ligada às fixas emoções, de maneira que, se necessário, a extinção pudesse dispor da consumação dos sonhos de luta para correr sobre o papel.

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