Traz o coração. Fecha um porto de vigia, chegando com as cheias paisagens da janela. Está assim por todo tombadilho. Simplesmente assim, nada sonha. É como é, vindo por lugares de cofres. As suas entradas querem manhãs nas passagens do coral. Não sabe se soa. Sem hora, acorda na noite verde e cálida. Olho pra vida mais espiritual do meu escrúpulo, concluindo, inteligente, o ponto que nunca pressupus chocar. Reflexão amarga de inconcebível medida mística, enche a substância do coração acabada nos sonhos, entornando sobre os infinitos que se passam a esgotar como se regressassem de fato.
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