Posso criar minha inconsciência profunda: estou louco de me sentir sombrio. A alma se tira pelas poesias. Dá a ciência. O mundo e o sonho na maravilha. Mistério que é. A luz que o sol fazia. O brilho cantando. Entristecido na voz de ave. As mãos vieram descobrir e evitaram as coisas. As mãos penetram no íntimo dos mistérios horrendos, mas estou louco de me sentir sombrio. Passo um sentimento na vida, cujas intensidades sinto na desolação, e eu me confranjo delas e tenho horror de senti-las e esvaio momentos de humanidades, já febris, em todas as tristezas que hão de existir por aqui.
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