Símbolos que se olham nas mãos; toalhas e mesas, independências e magias no mundo cansado, seres pensados no sorriso perfeito das conversas e naturezas em branco – horas saídas e criações mais debulhadas, cheias de espantos geográficos. Voltas, inteligências de transparências ardentes e libertas. Ondas e trovões transportadamente cantados. Que multiplicidade: o esplendor dos territórios e das palavras.
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