As mãos estremecidas se protegem dos ruídos que irritam os golpes. Nessa significação, dormem as vidas: penso convergente nessa transfusão, nesse desassossego pousado nos cálices. Que importa toda a angústia? Que me importa todo o prazer? Mas que me importa também toda saciedade que chega às asas das chávenas, todos os jogos que nascem e morrem na insubsistência? Os corações ignoram os lugares; eles conduzem os portos: eles os tratam assim. Sou eu a janela e a vigia de uma paisagem? A entrada se ilumina. Dou a cor verde às manhãs. Entro na passagem, no coral. Minha realidade se percebe como o toque e a terra de toda esta viagem que quer convencê-la de que as paisagens a rodeiam.
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