As mãos fluem na página branca quando luz o dia, vendo os riachos. Assim, as ravinas puras perambulam o som no mistério de cores enroscadas. Cansado, escavo: não há palavra propícia para quem serpenteia e deixa escapulir as vidas da arte. Não há. Na recepção, bebi novamente a gota da juventude. Experimentei na dor a crueldade extrema dos passos. Não havia como levar a palavra. Senti o limite do limite.
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