As coisas parecem seguras. Passo o dia a cantar a mudança ressoada. Afio a pedra no escuro. Irrompo o subterrâneo através da minha própria fumaça ajustada. Depois conto, chamo nas águas do vento as sonolências da manhã. E os portões se abrem de par em par. Despeço-me depois de tantos amores. A força dos sepulcros me converte em dores infantes. Os ninguéns me dobram. Escrevo de maneira juramentada. Ruídos da multidão multicolorida. As mãos, elas mesmas, sempre nos sons da cidade.
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