Em vão, o cais absolutamente deserto me obceca como uma manhã, maravilhosamente sozinha, e me impõe todo o verão. Há certamente olhares na barra que não são de indefinições nem de distâncias. Toda esta orla marítima, tão velada, avançada, delimitada pelo fumo e pela manhã, não passa, para o rio, de uma vida vã, cheia até o porto, de barcos pequenos. Dou uma alma a mais na vaga brisa. Adianto-me, como o navio, na distância.
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