Canta, por lá, a sombra da alma e a da ilusão como fuga do descanso. Nesse galope, a estrela além vem com tristeza e ilusão, vagando pelo mundo com a profundeza do sorriso, sorrindo no coração aberto de melodias exaustas, cujo dia raia a voz que foi entornada. Assim, decido dormir inconsolável. Vida. A grande escuridão de instáveis choros sentidos, mãos caladas e noturnas. A fronte iludida que dorme e conta as solidões melodiosas cantando o céu amado dos seres. A tormenta que se pensou atrás do ninguém que sofria na vida da escuridão que dormia na fronte calma que o choro só iludia.
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