sexta-feira, 1 de julho de 2022

19.

Os centros do fruto fresco não tornaram a mostrar ainda o amanhã que nada mais ressurgiu a não ser o murado mundo prestes a olhar uma palavra luzente que começa a tornar o nome das coisas. Mas ela ergueu o contorno da luz, no qual a pedra de seu templo caminha estrelada – e ela guiava o reino. O homem, imediatamente, apareceu de uma maneira mais terrena. Mas, ao passo que se julgava mais luzente de um lado, e mais exato, sua noite aparecia numa maneira de humilhar que levava o silêncio frio. Dobrado de perigo, o reflexo pensava por aberta solidão, como pelo cercar do sinal rodeado das perfeições que, embora agudas, apodreceriam ainda, cintilando negramente sobre a fronte para transformar o vento em secreta coroa.

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