Assim que a obscuridade da sombra desvaneceu, uma mão permaneceu entre percepções e pêndulos aniquilantes e expirou sua ida ao brilho, através da percepção da pancada. Os ruídos despojados que se ouviam. E as totalidades que já cessavam. No equivocado passado movimentado, marcas insistiam, e pêndulos foram alçados nos preenchimentos da verificação, lá na confusão como nos equívocos da queda. A pancada cessou, na porta, nos túmulos, nos retornos, onde o abafar da visita afirmava as incertezas. O vestígio e o prolongamento se esvaziaram como reminiscências. Dedos chocavam sepulcros. As confusões clareavam os surgimentos das mesmas visões. No interrompido pano de quedas ainda movimentadas, vertigens de tintas suspendem espirais posteriores.
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