Sobem ou descem as folhas de papel da infância. Antes de empurrar mais uma tristeza antiga, a mão deve obter o gesto de loucura da sombra. Há de se enterrar com os olhos quando desejar abrir o fundo do mar, escutando a obra do seu movimento por construir, antes do papel branco se transformar na sublime cena do abandono das sílabas, apagando-nos som a som.
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