O repouso foi a madrugada, a madrugada imóvel, quando supus que o que me cercavam eram navios. Os cascos perderam-se sobre as trevas. Quero crivar e afundar. Prefiro uma preparação devagar e me arranjar com as passagens, envergando-me quando minhas conquistas são puxadas pelo capitão no tombadilho – pois, se já pousaste a ordem erguida pelos frios e já destrói ao olhar os semblantes brancos do papel, sabes já o que sente. Agora basta cerrar as mãos e escrever esta nova e nunca navegada escrita.
Nenhum comentário:
Postar um comentário