sábado, 19 de novembro de 2022

159.

Ele fecha o livro da estranha espera e sai em busca do homem e do touro. A tarde já exalta o abarcado crepúsculo de pedra. Em direção ao fundo do segredo atrás das portas, caminha pelo centro do horror como agora pela anversa maranha dentro da espera de quem escreve a forma sem fim. Li os livros dele e outros compus com o universal rigor que o murado caminho da existência não apagará. Ele me concedeu o que é dado saber ao interminável destino. Por todos os cantos, anda a outra pluralidade do negrume. Não vivi por lá. Quisera ser tudo isso de novo.

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