Gosto quando te entregas porque estás como atuante e me invades sem tristeza – minhas mãos te forjam. É como se tivessem essas tuas flechas voado para colinas distantes, como se houvesse um caminho lacrado o teu púbis. Como as alvuras estão repletas de tuas coxas, repletas de tuas coxas, dos saltos do teu corpo te irradias. Amor de pássaros, sou igual às tuas coxas e me assemelho às ânsias das tuas fugas. Gosto quando te entregas e estás com sede. Como se te doesse, amor em pelos. E persistes em infiltração. Minhas mãos te firmam. Deixa-me que me entrego em teu mundo indeciso. Deixa-me que te viaje também em teu mundo fundo como uma voz, eterno como um filho. Tu és igual aos olhos, infinito e gracioso. Teu mundo é sem limites, tão ávido e branco. Gosto quando te entregas porque estás atuante – selvagem e noturna como se tivesses se ausentado. O corpo então e uma só hora bastam. E estou no túnel, fatigado por não ter sido em tuas terras.
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