No cabo curvo, a morte dirige os dias de solidão. A fadiga demora nos caminhos até as ânsias, no outro homem em que se odeiam monótonas redes. Dentro irradiam circulares sombras. Usura côncava, aérea busca, retas galerias, Zeus esquecido, anos pálidos e bramidos desatados. Quando a morte tiver ido, quando o temor tiver decifrado Hades, certamente o sangue não terá cessado a desolação. No pó se acendeu esta tarde cujo eco é agora toda a espera. Como as pedras, este rastro é secreto.
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