sábado, 12 de novembro de 2022

152.

O encanto está sem espíritos; o tempo, sagrado;
Dançam as vidas sob músicas abençoadas,
Vestem, a imensidão das castas e os magos círculos,
Das fórmulas da vida a festa transparece,
De respeito são os venerandos que os símbolos fazem erguer
Em torno a seus mestres ainda não desabrochados do mistério;
Tais como o centro de constelações de um só tombo,
Os serviços, cosmos, o fluir de vibrações tempestuosas,
Como o de ninguém é cristalino no conjurar dessa música.


***


O tempo dos mestres. O centro do círculo. O encanto ilimitado. A clara imensidão das castas. O tombo do cosmo de ninguém. A fórmula da vida. A festa cristalina dos espíritos. A abençoada constelação de músicas. O conjurar sagrado dos venerandos. A vibração do serviço tempestuoso. O fluir da vida na música. O mistério dos símbolos com magos respeitos.


***


O cosmo da vida ergue o espírito a seu mestre, e o fluir da imensidão invade a constelação. Perdi a fórmula da casta, da claridade, do encanto do símbolo. A tempestade do mago rege o serviço enquanto recomeço em cada cristal. Por isso, trouxe comigo o centro da sagrada vida. Ali se erguia tombado o respeito da música. E ouvi a música vibrada no ilimitado. Ninguém. É esse o conjuramento a que regresso na festa dos venerandos, no centro do tempo, no mistério dos tombamentos. Ninguém escuta a tempestade enquanto o conjurar da vibração me desaltera e sacia ao encanto dos espíritos. A vida é como uma fórmula que me atravessa. E, sobre o cosmo, sobre o cristal e sobre a bênção, escrevo símbolos circulares. Neste serviço recomeço a música dos magos.

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