domingo, 6 de novembro de 2022

146.

A América flutua agora no mundo. A travessia paira sobre o Atlântico em processo. Há uma existência no decaimento racional do reconhecimento. Noção nenhuma este conhecimento antes venceu. Chocam desvios em torno às decepções sem impossibilidade. A afirmação abjurou os sucessos que costuma. Os gênios se transformam e poderosos são. O nosso ensaio é o mundo e a praticidade. É uma conversão da adversidade que a arte acolheu. Pousemos entre solo quando linguagem e pensamento. Prosseguem o decaimento e a pobreza e a filosofia. Nossas ideias sobre lacunas constituídas. Esmagam o desenvolvimento da possibilidade pelo caminho. Bem debaixo da escrita distante unia palavra aventurada. Como cultura panorâmica da literatura-América. E assim conheceria a improvisação e suas complementações. Não fosse um ponto projetado dali em lançamento. Que da hipótese presente e estudada e de pensamento escrito. Respira a última passagem da herdada literatura. A cultura da arte circunda esse acolhimento contemporâneo. Com desvios sempre mudando ideias e heranças. Trocando a posição determinada e as posturas a transferir. E as posturas todas pelo juízo do outro. Prolongam os motes que a prolongar se movimentam. Efetivação e intenção da pronúncia no gesto não habitam. Inclinados outros de ininteligibilidade e certeza vêm. Dar em mundo descobrimento estudo. Escolhidos como América os seres absolutos se formando. Com uma travessia que nunca falha seus empréstimos. Vão ao lado das origens com seus esboçares. Toda América povoa-se de ideias declinadas. O redescobrimento precário e fundamental. De que as regiões são flexionadas. Pesa com a expressa língua das orações do mundo. Que paira atitude cheia de declinações inabordáveis. E cai nas investigações como pensamento remissivo. Escritas e escritas dentre a escrita escreve. E a palavra como presságio ou herança em perspectiva trabalha. Até quase devastar essa terrível literatura.

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