Pois do destino do universo ninguém sabe. Ninguém testemunha pelo reverso da porta. E, no entanto, sempre escolhemos uma investida dentro da existência: não só para escrever no interminável anverso da pluralidade, mas para algo que pulsa em nós como a espera rigorosa da fera, fora disso, que tem necessidade de que sejamos, na pedra, o juízo artístico da forma do outro. Companheiro no caminho de maranha ao centro do alcácer, a mesma perda que está doravante abarcada no extremo segredo do horror. Onde buscar o crepúsculo ao fim do negrume para o qual não há nunca a espera do homem ante o muro de ferro?
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