quinta-feira, 3 de novembro de 2022

143.

A soberania da arte extasia a própria arte, dançando com hereditariedade. Quer dizer que, sem o espírito do fim dado a um século ou à véspera por um daimon postado e amanhecido de solenidade, a arte parece convocada ao ator, aí sustentada, como ideia, no selo de todas as épocas, pelo futuro semelhante do mimético pensador trágico.

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