segunda-feira, 14 de novembro de 2022

154.

Assim faço o círculo do sol, tomando o meio-dia branco, entre a noite que conserva a imobilidade do sal do poeta e o nome extraído de algum papel germinado. Quer seja a urina a reanimar o útil dia ou se é a natureza da manhã consumada, eis aqui o susto da ideia na fixação do aquático lápis – com o gesto da água que constata que o princípio do sangue e da consumação fantasma com uma palavra quase bicho, ou simplesmente mortífera na física da lua, encontra, na linha, mundo.

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