As mãos de ninguém dividem a possessão das concavidades e o impulso dispersa a promessa dos ombros. Esperas da tarde. Horas luzentes e sombrias. Costas propícias de jogar todas as mortes correntes. Proibições contra o que perde o pensamento nomeado que passa. Lei oscilada no mais ventoso. Reinar no sal e na espuma no meio disso tudo é uma violência às longínquas praias do tempo liberto da vitória, diluído da verdade, ou liberto nas ruínas da morte.
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