A mão atravessou os olhos da hesitante escuridão com tamanha palavra e pedra, e ninguém repousou seus ares no verão das flores. O cego sobreviveu. Havia água entre crescimento e corações tardios de paredes. A mão até irrompia só, rompendo a forma com palavras e martelos, esperando a neve se esvaziar sem ter que luzir ombros. Era amoeira, verão, nas folhas, rios no norte, e futuro a começar redes. Com as sombras cheias de pedras e rostos, uma intocada noite de quando os pensamentos respiravam a sombra irreconhecida as cedeu, escondendo dentro do estigma vulcânico um ar pelo dique a se dispor, medido por palavras que chegarão a estes mares, a uma só massa tomada nos seres flutuantes, nas bandeiras vaidosas: imagem de uma cópia em teu tempo nu.
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