Barcos olhados no azul de memórias. Movimentos de animais pintados nos sóis. Literalmente o vento range furiosamente. E assim não pensa a consciência que vai bater e avançar. O barco não verte nada do vento – resolve a si mesmo. O tempo imaginado soa os sonhos. Fita a calma do horizonte de uma paisagem. E nela os olhos são o passado que beija presenças terrenas. Saudades infinitas do céu. Beijos em absolutos rostos. E a brisa, como uma boca, se desprende.
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