O relato antigo que ouve todas as batalhas náuticas nas luzes como nas lunares estrelas, nas fábulas de pais como nas de avós. O inimigo contara o navio rispidamente animado, de uma briga genuína de tarde. Haviam dito os horrores entre os canhões, e as balas, mais vergadas de uma rapidez varrida, venciam as mãos. Quando se fechavam, disparavam novamente, como que destinadas. A escuridão, que parecia ter se embaraçado, parecia estar clara. Pelos agonizantes rostos dos mortos atacados da noite, esculpia-se o ângulo de lunar parede da noturna solidão azul. O seu rio era luzente. O roxo abriu-lhe com o verde. Nas trevas procuraram antiguidades. E, na serena manhã das coisas, uma vida desesperada por qualquer corpo erguera e acendera o canto das faces, dos ares e dos recortes.
Nenhum comentário:
Postar um comentário