Entre no centro da frescura do fruto e o olhe aberto, mostrando o seu agudo amanhã. Este há de erguer os muros e os mundos, em conformidade com o reino das palavras. Ressurge o nome vivo e, ali nas coisas, há de caminhar. O agudo amanhã, ele mesmo sem contorno, e com todos eles, é a pedra de todos os amanhãs e o tempo entre luz e estrela. Tornamos e aparecemos. Um homem agora, feito de terra, guia-se com uma luz negra de corações duros, uma exatidão secreta de cruz, uma noite de silêncio verdadeiramente aparecida em seu frio, em direção ao monstruoso perigo dos reflexos, à monstruosa cidade de neon, de grande solidão.
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