A humanidade onde transferem os musgos rápidos. Os sangues que morrem nos dedos do tempo. As ruas do mundo. As mãos, os segredos, os pinhais, as palavras nos corpos, o choro duro, a pedra do caminho, por buscar seus ossos sem saber se viverá cores, os sons, os vegetais. Muitos silêncios plenos costumam atravessar as sílabas. Enfrentam o abandono das obras cujo receio se perde em justos olhos. Depois disso, as rosas, os rostos, os fundos, o mar, a mão – caminha na sombra. Eles chamam redondo porque numa só terra vestem o branco dos papéis. Abandono tudo com mãos de quem vê que uma tristeza deixará lágrimas. O rumor no instante dos fogos, cujo mundo não é mais aprendido. Mares, o deserto indefinido e sem o terror – ainda visto. Medos em morte vivem, enfim, a verdade, que nunca desdenhou dos passos: impossessivo reino.
Nenhum comentário:
Postar um comentário