Busquei montes, ocultei as transparentes tardes da aranha. Da luz que buscava quis desenhar só luzes para a lança. Do barco que naufragava, passei a quebrar apenas o que se podia, em promontório marítimo e terraço – contar cada vez mais dentro das águas. Nomeei para que todos os deuses, todas as ruínas silenciosas do meu templo me mostrassem apenas espantos. Ressurgi na minha habitação numa forma circular. E ergui esse círculo para medidamente aquoso – tornei-o apenas meu o sal.
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