Não há mais que um murmúrio entre nós. Somos uma alegria vulgar. Regozijo a melodia da melodia – banal. A sequência de estribilho extrairá a alma da balada. Os medos. A janela. A vontade plena da carne e do leite. Aparecerei ao mundo pelo céu e pelo inferno. Expulsarei as nuvens em decrepitude. Ocuparei os farrapos até as pontas poentes. As extremidades me obedecerão. E assim entraremos no rio dos horizontes submersos, pois somos o princípio do mundo em forma de mar.
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