Refaço o aberto que sonha e anseia o dia: o improvável como horizonte da arte ou o horizonte como arte do improvável. Nome do segredo na voz. Denominação da coisa desconhecida no mistério. Vê-se inscrito nos lábios. Os quatro cumes da voz esquartejada sobre essa noite tão viva e fria. No centro da imensa figura, elas são joias que atam os membros da existência. Aquele sinal brilha e palpita na cinta do átrio. Comprime-se contra o destino que o separa das gotas de lodo e de rubis. O arrepio do fogo que reina entre as estrelas percorre os saudosos dias. Eles! Voo das corujas de Hegel. Minérvicas falas.
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