De que é feito esse fragor, esse fragmento de ouro morto e de horror? Como é possível que uma mesa seja a biblioteca capaz de todas as outras mesas? Não há aborto mais elevado do que este, do que um no outro. Não sei o que se prepara, mas decifro o livro e percebo o universo. Toco-o e reduzo-o ao puramente visível entre um e outro. Esta é a obra oculta do vazio antes que ela se aplique aos corpos. Aí está a conversa essencial, o diálogo e a luta: a última confissão do espírito com o espírito.
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