O demônio da analogia me assiste. Asa plena. O punho cerrado e duro contém a diversidade das palavras em tom descendente — assim me sinto e me vejo. O total da pausa fatídica é mudo. A potência do vazio de significação, em toda a sua força, é o resumo e a negação do som nulo. Num estado de concentração aquecido, mais geral que a lembrança suportada, as asas se edificam sobre as palmas das mãos. Os dedos pelo artifício do mistério repousam as intenções intelectuais nesse mundo visível e possível. Tudo solicita uma especulação diferente. A obsessão de frases de uma queda anterior.
Nenhum comentário:
Postar um comentário