Corte liso de nome, bem junto ao mar. Os cantos, ali adiante, vertem o ar em medusas. A luz solar impura. Ele parte em passos; refugia-se ali. A mão flutua agora. Uma criatura sai dos espantos. Camões no ramo debulhado. A inteligência não ardeu vinha nenhuma. Transparecem raças. A liberdade tombou. Os rostos no oceano alaranjado. Os céus todos pelo caminho. Horizontes largos. Aracnídeas teias a cobrir arvoredos. Caminho cheio de homens, naufragados nas idades. Longe das direções dos dias. Virado cabo, as vastidões súbitas. O filho pródigo quer falar, imprudentemente. Tilintar-se de vidros, e tudo muito alegre: mesas, talheres, louças. Frutifique-te com as tuas celebrações. Haverá de arrebanhar as felicidades daquela criatura. Galga a agonia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário