A fúria com o mundo inteiro. Rugidos vermelhos. O rasgo é garantia. A alacridade dos ventres, após a mão trazida. Tremores para dorsos. O dia da mania. A vítima aninhada, na crina negra, a voz por desejar. Invocação da ave. A clave do irmão sinistro. Parcela de passos. Coberta nas falas e nos ruídos ouvidos. Orquestradas as sensações incompatíveis. Crimes análogos, espalmados e nada disse. As vivas solidões. A passagem do ninguém. Escutas, rumores, mares. Qual escrita é necessário desertar? Na onda maior de roer as vergas. Novamente o dia da partida. O homem do mar deixado nos previstos barcos. Nenhum norte de tempo. Velada a proa que por ali se vela. O Noroeste é antes de algum osso. Grave regata! Peças em topos amurados. Na última amarração, os beliches no mar. Coisas saltadas dos dentes. Na distensão, na corda, nas mãos, a audição vaga. Lestes as pedras? Pântanos profundos. Soube dos fundos? Sem dó.
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