Hoje em dia. Pirata ainda. Espírito de raiva cadavérica. Vítima nua. Sangue amado. Da bruxa, os acenos. Das voltas, invisíveis corpos. Terra dos rugidos. A vasta névoa de perfume sinistro. Num mundo de ponta-cabeça, bucaneiros amenos. Numa amurada, a história. Corpo rosado cercado por todos os vivos. Levedado barco. Lobo do mar. O assobio balouçante dos mergulhos. Sussurrar distante do mar. Espectros abraçados por escutas e olhares. Vela, piloto a suar. Luas do Oriente. Os astros suspirados de rostos. Angústia horrenda pulsa. Mão que aguardou o convidado; alma nupcial. As agonias! Viscoso ser. A maldade de altas rezas. Lá se foi o navio, cabines de mar. O vosso infinito é azul. A marinha é fervura alegre. A cada romper, velas içadas. Esse branco chispa éter. Da sílaba, fluido leve. Range. O horizonte! O mar! A canção! Desprezíveis remos escavam. Nos uivos havia algo de urso enroscado no mastro. Tigre de passagens e rastros. O roseiral das flores. Brancas praias. No regressado caminho, terras sem ninguém. O arco em curva é palavra em pranto. O agudo pensa ver a linha branca. O segredo age. As perfeitas quebras se encontraram na linha. Gira lento o guindaste e compassa, girando, a hora, a hora. Cais deserto, manhã, barra indefinida e paquete. Dia do cansaço. Vento mundano da sigilada rejeição. O ninho da árvore crespa. O vinho que aí se partilha municia terras hibernais a cada verão.
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