O alimento, arranjado e preparado para morrer, circula, inclina-se e vai se oferecer de cinzas numa imóvel vertigem. Não me prendo à imbecilidade espiritual. Descobri novos bichos fora do céu. Respondo à insensatez absurda. Logo os onipotentes espíritos da ideia subirão à cabeça dos precedentes. Cintilo a aparição da literatura entre os ruídos e os panos. As portas do túmulo se desdobram. Uma evasão de luz, uma forma, uma renda superabundante exalta-se nos luzentes tecidos, une-os e se consome em si, entre as sombras das noites passadas e das noites futuras.
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