Atrás do símbolo, a analogia dos ventos, das noites. Tudo imóvel na noite das almas. A desilusão e o sussurro caíram na espuma do lago. De uma tempestade de mar, entre luzes de céu, ares, amargores e ânsia de lágrimas, a aridez se abre. Incógnitos ventos semeados de entendimento. A Vera Cruz vira. Esgarçam livros de ciência. A criança canta. O frio se prolonga em sonhos. O oco e a direção do vazio banharam o lugar. Levanta o manto: esta bondade de amor. Voz em nada. Essas formas com corpos de pavor entre olhos fantasmais. Alegorias do sentido. Ele purificou o chão e as colunas. Ele. Neófito que naufraga nas colunas do templo! Tetos, sóis, dias. O sinal.
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