O suor toma conta das rugas. Despe-te agora, anda. Teus vestidos no espelho; sacode os passos ao levantar poeira. Estás no mar? No interior da metade, a espora e a rédea do cavalo! Nesta cidade, os mortos. Envolvidos no freio da rédea, flagras o deserto que solta os astros lá por cima. Suspirosa ruína cantada. Vento cantante. As flores do limite. Abres antes do último ritmo. Dia dos horizontes quando te banhas. Espólio de sítio fornece as taças e os licores. Acéticos ermitões inclinados. Nem tudo o mastro hasteia. Pintaram de rubras carnes as bandeiras. O navio na brisa inflamada. A faina do costado posta. O ouro das agruras. Ilhadas lagoas. E poucas manhãs tiram da trilha as cabras. No corredor cavernoso daquele caramanchão, os gamos já saltavam. Heras. Cabeças d’água. Sonhas o jardim.
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